個人檔案LIVRE!相片部落格清單 工具 說明

Gouvea Vernon

職業
19 March

Valeu!

Caramba...
Desde o ano passado não escrevo nada aqui!
Mas também tempo é o que menos tenho ultimamente.
Em todo caso, ando escrevendo bastante no blog da minha agência:
Não sei se volto a escrever por aqui... Então me visitem por lá.
 
Valeu.
28 November

Vivo!

Sim!
Estou vivo!
É que a correria aqui na agência nova está absurda. Graças a Deus!
Além disso estou montando uma produtora de Vídeo Digital.
Já tenho os equipamentos... agora só falta conseguir achar um nome!
hehehehehhe
No mais está tudo na mesma.
Vamos ver se consigo mais tempo pra escrever por aqui.
Se bem que em breve teremos um blog exclusivo da agencia com podcast e td mais.
Lá eu espero escrever toda semana.
Enfim...
 
A gente se fala.
9 October

Sampa

Outra coisa legal nesse fds foi que reencontrei minhas primas depois de 20 anos!!!
Isso mesmo!
20 anos!
Eu ia na casa delas quando tinha uns 10... 12 anos...
Depois fiquei xarope, só saia com meus amigos de Limeira e tal, nunca mais fui pra São Paulo visitá-las...
Hoje me arrependo!
Estive lá com elas e foi sensacional!
A gente riu e se divertiu o fim de semana todo.
Vários passeios, vários lugares legais, várias pessoas mais legais ainda.
Muito bom!
Ei terra da garoa! Acho que vamos nos ver com mais frequencia agora!
Beijão Dê e Si!
Foi mto bom reencontrar vcs!
Agora vou deixar de ser um primo tratante :)

Novidades!

Não...
Eu não esqueci desse espaço.
É que anda rolando novidades boas que andam tomando meu tempo.
Roubaram meu carro (de novo!)
Estou enfim conseguindo comprar um Peugeot 206 que sempre quis (a parte boa).
E a mais importante:
Minha agência, a SIM, se fundiu com a Plenna e estamos remodelando uma agência que, com certeza, irá impactar nossa cidade e região.
A Plenna | SIM.
Em breve mais notícias!
As vezes é bom sumir um pouco pois voltamos com várias novidades.
17 August

PÁSSAROS LIVRES NA PRISÃO DO AMOR!

 
Texto do Cáio Fábio
Retirado de www.caiofabio.com
 
Aqui em casa, onde moro, em Brasília, há um belo jardim nos fundos; como no fundo são praticamente todos os jardins residenciais no Distrito Federal. Quando minha família e eu mudamos para esta casa, aqui não havia nada além de duas corujas no telhado e pássaros que passavam de leve, bem rapidamente, a fim de beberem água ou se molharem na piscina. Então, pensei que se houvesse mais água, e boa comida, eles viriam pra cá. Passei a molhar sempre. E também a jogar sementes de gira-sol e alpiste. Hoje, alguns meses depois de ter começado, é impossível se chegar ao jardim e não ver dezenas de pássaros, dos tipos mais diversos do serrado; todos comendo e se molhando no sprinkler que coloquei espirrando água o dia todo.
 
Vieram e ficaram. Mas ficarão apenas enquanto eu os tratar bem. Pois se não mantiver a qualidade de nossa relação, eles se irão daqui.
 
Assim é criar pássaros livres: Só ficam se a liberdade for equivalente àquela que o Pai que está nos céus deu a eles. Além disso, também só ficam se com a água e com as sementes também vierem amor e carinho; visto que mesmo que pusesse coisas para eles comerem, mas se não os amasse, eles daqui se iriam também.
 
Ora, se pássaros sentem assim, que não dizer de cônjuges, filhos e outros que vivem à nossa volta? Sim, caso tivessem a liberdade dos passarinhos ficariam conosco? Se tivessem asas, nos visitariam? Recebem de nós aquilo que os faz ficar, ou ficam apenas por que não sabem voar?
 
Não basta alimentar, nem pagar os estudos, nem dar o que eles aparentemente precisam se, junto com tudo, não houver amor!
Até passarinhos sentem a diferença. Como esperar que os que vivem conosco não sintam?
Ou supomos que eles sentem menos que pássaros? Ou julgamos que por que não têm asas, ficarão? Ou nos iludimos com a idéia de que se ainda estão fisicamente conosco é por que gostam? Ou será que não vemos como viajam longe de nós em suas mentes, nas asas da imaginação?
 
Esposas engaioladas, filhos no viveiro, maridos presos pela insegurança? É assim a vida? É esse o sentido de se estar junto, em família?
 
Sim, com água e pão, mas sem afeto?
 
Ora, até pássaros sabem fazer a diferença. E é por esta razão que meu cuidado por eles se renova dia a dia, pois, caso assim não seja, eles haverão de sair voando, e amanhã já não estarem mais aqui. Aliás, talvez nunca mais voltassem enquanto eu aqui estivesse. Como pássaros passariam voando por sobre minha cabeça, mas aqui não mais pousariam em tranqüilidade e prazer. Afinal, até pássaros sabem quando com a semente vem amor, e quando vem apenas semente. Pássaros gostam de semente, mas não se a eles se mente!
 
Pássaros comem semente (na maior parte das vezes). Plantas comem luz. E homens comem amor! Entretanto, até pássaros e plantas comem melhor com amor. Que não dizer então de você? Sim, de nós?! O que comemos? O que alimenta a nossa vida?! Temos nos alimentado de quê? Ou ainda comemos onde e com quem comemos apenas por que ainda não tivemos forças ou alternativas? Sim, apenas por que não sabemos voar?
 
Assim, aqui, falo com dois tipos de pessoas: a que serve e a que é servida. Aquela que serve, que sirva com amor. E quem recebe, receba o que for amor. Pois, dar sem querer, faz mal; assim como receber sem desejar faz mal também.
 
O importante sempre é perguntar: Se ela ou ele soubessem voar ou quando souberem, ainda estariam ou estarão aqui?
 
Pense e responda para você mesmo! A resposta pode criar um jardim ou um deserto; ou, quem sabe, salvar o seu disfarçado deserto da condição de deserto, para uma existência de vida e paz.
 
8 August

E se a igreja resolvesse ser IGREJA?

O que ela deveria fazer?
 
1. Crer que o Evangelho não está em disputa com as Religiões do mundo, e nem tampouco pretende ser uma delas.
 
2. Crer que a obra de evangelização nada é além do viver em fé a revelação do amor e da Graça de Deus em Cristo Jesus, sem nenhuma questão.

3. Crer que toda “missão” com o tempo estraga a Missão Original, pois esta só permanece pura enquanto é fruto do amor que faz sem perceber e sem contar...
 
4. Crer que ela não é a Juíza do Homens, nem a mantenedora dos bons costumes, mas a propagadora da Palavra que a atingiu como Boa Nova, a saber: que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo, e não imputando aos homens as suas transgressões.

5. Crer que o Espírito Santo é Vivo, Livre e Soberano, e que a Palavra é Viva e Eficaz, sendo, portanto, trabalho do Espírito e da Palavra, convencer os homens do pecado, da justiça e do juízo—não sendo esta, portanto, a tarefa da Igreja.
 
6. Crer que ela é a comunidade dos que foram chamados nos becos, vielas e antros da Terra—conforme a parábola de Jesus; e isso porque os filhos de Abraão segundo a carne não se acharam dignificados pelo convite—; e, portanto, dela se espera que aceite o convite, que vista-se com as vestes da justiça da fé, e que não questione a presença de ninguém nas Bodas do Cordeiro.

7. Crer que por uma questão de ordem histórica e funcional, a Igreja se mostra como “igreja”, e que é parte do movimento de cura “desta” o buscar ser sempre Aquela.
 
8. Crer que a única leitura bíblica que não perverte a consciência no caminho da lei, da moral e da religião, é aquela que tem em Jesus a sua Chave Hermenêutica; sendo que depois dessa compreensão em fé há uma única questão a ser levantada pelo povo de Deus ante leitura da Palavra: Como Jesus interpretou essa questão com as ações de Sua própria existência humana? É no espírito dos gestos de Jesus que a Palavra Encarnada se explica e se mostra aos nossos olhos. Ele a interpretou para nós.

9. Crer realmente que o fim da Lei é Cristo para a justiça de todo aquele que crê. Portanto, em Jesus encerrava-se uma Era e iniciava-se o que É. Tudo o que veio antes era sombra. Nele, em Cristo, estão todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. Nele está todo o saber para a vida.
 
10. Crer que é impossível renovar para arrependimento quem um dia disse que cria que em Jesus toda a Lei se cumprira; que toda justiça se fez em favor dos homens; que tudo o que houvera antes teve em Cristo seu cumprimento e totalização; mas, mesmo assim, insiste em pregar ao povo um caminho quase-de-Cristo. Sim, a esses que já foram iluminados pela consciência da Graça de Deus em Cristo, e dela caíram, rendendo-se aos legalismos e às doutrinas de homens—é impossível renovar para arrependimento, visto que depois de terem crido que em Jesus Tudo Está Consumado, voltaram atrás, e puseram pesados e falsos jugos de opressão sobre os filhos dos homens. Esses não sabem mais o que é arrependimento e gratidão—esqueceram de quem são!—, visto que trataram a Cruz como quem pisa nela, e a despreza como o Feito Que Fez.

11. Crer que os dons de Deus concedidos aos homens são para serviço, de tal modo que um apóstolo é servo de todos, pois quanto mais se chega perto do Cabeça, mais a mente deve discernir que a única forma de servir a Cristo é fazendo como Ele: esvaziando-se...e se tornando figura humana...reconhecível em sua humanidade...e jamais usurpando nada da Glória da Graça de Deus.
 
12. Crer que somente se nos tornarmos gente boa de Deus é que teremos qualquer chance de sermos percebidos genuinamente como povo de Deus na Terra; do contrário, seremos sempre apenas parte da Religião Cristã.

13. Crer que Deus não se contamina com a presença de quem quer que seja, e que a Igreja é como uma porta aberta, não é uma Lavanderia e nem um Tribunal. Portanto, que sejam todos bem-vindos ao ajuntamento do povo de Deus.
 
14. Crer que Deus não está chamando clones para formar a Igreja, mas indivíduos, completamente únicos e singulares; e que todos terão que fazer seu próprio caminho na Graça de Deus; e, portanto, ninguém tem o poder ou o direito de julgar quem quer que seja por ser diferente.

15. Crer que o único Dogma da Fé é o amor, e que tudo o mais, sem amor, é apenas presunção humana e de nada aproveitará aos olhos de Deus, mesmo que a doutrina esteja certa.
 
16. Crer que a apostasia da igreja não vem em formas, mas em conteúdos. E a grande apostasia nunca será sobretudo comportamental, mas confessional, pois admite-se que todo homem é pecador e erra—pecar não lhe é algo alienígena—; a Palavra de Deus, porém, é perfeita; por isso, falsificá-la, negando a Graça de Deus realizada e consumada em favor de todos os homens, é desvio da fé, e é a Grande Apostasia.

17. Crer que a língua é o pior veneno do homem, e que é pela língua que a “igreja” mais ofende a Deus e ao próximo—com seus juízos, certezas, arrogâncias e delírios—;sendo, portanto, imprescindível que todo e qualquer progresso espiritual seja medido pelo modo como os homens usam a sua própria língua em relação ao próximo.
 
18. Crer que se desejarmos ser aproveitados como servos no reino de Deus, temos que nos desconverter de todas as nossas práticas, valores, importâncias e dogmas anteriores—visto que o Espírito não tirará pedaço de pano novo para remendar as vestes velhas. Cada geração tem que ouvir a Palavra com os ouvidos do Dia Chamado Hoje, que é Dia de Salvação.

19. Crer que ter a mente de Cristo não é possuir conhecimento técnico da Bíblia, mas sim ser capaz de olhar a vida com o olhar da misericórdia, da justiça e da Graça.
 
20. Crer que Deus deseja prosperar o Seu povo no corpo, na mente e no espírito, e que o sinal de tal prosperidade é a gratidão, o trabalho honesto, e a devoção integrada à totalidade da vida.
Se começássemos por aqui já veríamos os milagres começarem a acontecer; e haveria paz entre nós mesmos, por mais diferentes que fossemos, pois jamais haveria “forma” alguma que sobrepujasse a força do Conteúdo do Evangelho da Graça, o qual ungiria o ser de todos os irmãos na fé.
7 August

A LIBERDADE DE DEUS

Quando encontrei Aquele que me separou para Ele mesmo antes da fundação do mundo—delírio de quem crê e não duvida!—, uma das primeiras questões que me vieram foi sobre o destino daqueles que nunca haviam recebido a “informação” histórica acerca do Evangelho.
Li todos os comentarista bíblicos que estavam disponíveis na biblioteca de meu pai e de muitos amigos teólogos e pastores.
Eu tinha 18 para 19 anos.
Sentia-me como um potro no cio pelas experiências do saber e do conhecimento.
Mas ninguém falava do assunto.
O Tema era Tabu!
Então, resolvi fazer o que sempre faço até hoje: ler a Palavra, mesmo que sem “acompanhante”, e pedir a Deus o discernimento do assunto.
Minha “tese” de ordenação ao ministério presbiteriano foi acerca disso.
Nunca a publiquei em razão de ter visto o alvoroço que ela causou no presbitério que se reuniu para “examiná-la”.
Foram quase três dias de debate!
A maioria me julgava “liberal” por ter o entendimento que ali expressei.
O que eles não podiam entender era que apesar de crer daquele modo, meu compromisso com o anuncio das Boas Novas era mais intenso do que eles conseguiam imaginar ser possível em alguém que afirmasse o que eu afirmava.
Meus eixos para o discernimento da questão eram simples.
 
1. Deus não condenaria à danação quem nunca soube nada além do que soube.
 
2. Cada um seria, portanto, julgado pela luz que teve; não pela luz que não teve.
 
3. A Cruz de Cristo é o centro de tudo. Portanto, a salvação é sempre em Cristo, mesmo que o salvo nunca tenha ouvido falar Nele como “nome próprio”.
 
4. O personagem “Melquisedeque” era a resposta para a Graça da Revelação que acontece “fora” do contexto geográfico, histórico, político, cultural da “informação” salvadora.
 
5. Os filhos de Abraão eram os condutores históricos da “informação salvadora”, não o limite da Graça salvadora.
 
6. A Queda em Adão não poderia ser mais esmagadora que a Salvação no Segundo Adão: Jesus!
 
7. Uma infinidade de textos do V. e do N. Testamentos me davam essa certeza: Deus nunca se confinou às fronteiras de nenhuma geografia; e não se tratava apenas de “Graça Comum”, mas, para mim, o “Comum era a Graça”. Nada poderia e pode ser “mais especial”.
 
8. A observação humana do fenômeno “humano” me mostrava, desde criança—talvez em razão da educação humana e aberta que vinham de meu avô, João Fábio, e de meu pai—que Deus não manifestava a sua “imagem” apenas nos “crentes”, mas em todos os homens—sem falar que meu avô nunca foi “evangélico”, mas poderia ensinar a todos os pastores que eu conheço o que é possuir uma consciência cristã, em relação a Deus, a si mesmo e ao próximo, mesmo sem ter tido a “informação” histórica acerca do benefício da Graça que nos alcançou em Jesus Cristo.
 
9. Sempre cri no inferno, mas nunca achei que ele fosse um lugar, e nem que pudesse ser aferido com categorias humanas de “tempo”. Para os “cristãos” o tempo é uma das coisas mais mal compreendidas; daí nosso conceito de “eternidade” ser tão vinculado ao tempo—algo que não acaba nunca; que a gente assiste como um dia depois do outro...bobagem!
 
10. Minha motivação para pregar a Palavra não era o inferno, nem o juízo; mas o privilégio de anunciar tão grande salvação a todos homens; sem falar que sempre preguei a Graça como uma Graça para quem a anuncia como expressão da gratidão de haver sido iluminado pela maravilhosa e única salvação, que está em Cristo.
 
Bem, quase trinta anos depois, preparo-me para re-escrever a minha “tese”, que não é minha, e nem é original, pois está explicitada na Palavra—isso para quem não tem medo de “somar” e dizer o “resultado”.
Não há nada novo debaixo do sol.
A novidade é apenas a coragem de expressar o que está “revelado”.
O problema é que há os “pregadores de etiqueta” que sempre tentam colar em você os mais diferentes “rótulos”.
Eu, no entanto, estou livre; nunca estive tão livre; e, essa liberdade não avança para além do que sempre cri e expressei, conforme a Palavra.
A diferença é que hoje digo da varanda muitas coisa que antes eu dizia no “interior” da casa.
Para quem desejar, tanto neste site, como em muitos outros livros meus, o assunto está posto sem titubeio. Sem falar que no meu livro O Enigma da Graça o tema está mais que aberto!
 
Deus não é judeu!
Deus não é cristão!
Deus não é protestante!
Deus não é evangélico!
Deus não é Neo-pentecostal!
Deus é!
 
Nós é que somos essas “coisinhas” pequenas, e queremos que o Senhor caiba nessas caixinhas de pequenas convicções, e que calce Seus santos pés com sapatinhos de japonesa!
Agora, enquanto escrevo isto, sei que o Espírito está se revelando nas ilhas remotas, nas selvas esquecidas, nos montes inatingíveis, nas tribos perdidas, nos guetos impenetráveis, e nos ambientes inalcançáveis dos corações de milhões de seres humanos!
Ora, isto sem que nenhum “missionário” lá tenha chegado!
 
O Espírito sopra onde quer, ou não?
 
Mas como eu não sei o que Deus está fazendo, eu faço o que Jesus mandou: eu prego a Boa Nova!
O meu privilégio e anunciar isso do modo como Jesus fez; e que no Evangelho é tão claro: sem religião!
Jesus não nos chamou para uma religião. Ele nos chamou para a Vida!
Quem ouvir a voz de Deus no Evangelho pregado e confirmado pelo Espírito, será salvo. Quem teve a mesma chance, e decidiu não crer, já está condenado!
Quem nunca ouviu nada de homem algum, será ouvido por Deus e julgado por Ele—e somente por Ele—conforme a consciência que teve, e de acordo com a iluminação que possuiu.
Mas ninguém é salvo sem que tenha sido por causa da Cruz, e do Sangue conhecido antes da fundação do mundo: o sangue do Cordeiro!
E saibam: este Sangue tem Poder!
 
Nele, que é livre,
 
Caio Fábio
 
 
第 1 張 / 共 42 張